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domingo, 24 de outubro de 2021

WOMAN, a journey to empowerment, the Anastasia Mikova & Yann Arthus-Bertrand’s film for BNP Paribas

Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça , é ela que passa ….e diz:

 


   Um depoimento que me encheu as medidas. É muito reconfortante saber que noutro lugar do mundo, uma mulher faz as seguintes afirmações:


“Around the clock , wherever you are , whatever you do, you’re obsessed by what happens to your children and trying to make sure that you keep the connection, the presence in their life.

Sometimes they don’t want you to be so present in their lives. So you have to fight to ocuppy that space and to be with them. 

You can never be done with a mother’s work. It is one of the jobs you have for the rest of your life. You have to be an ATM , a social worker, you have to be a lawyer, a punching bag, sometimes. Everything, every role , come withe that thing of being a mother.

At the same time you have to be the strong leader that your job demands of you.

Again , multitasking!”

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

DITOS PARLAMENTARES

 Uma Preciosidade.
Muito obrigada, Helena Burnay

 
"(…) Estou consolado pela demonstração que acaba de ser feita diante dos nossos olhos, demonstração no sentido de que realmente não é exacta a afirmação de que a mulher portuguesa não tem o sentido das oportunidades e de que está contrafeita quando toca problemas presos à técnica jurídica. (…)

Estou encantado por ver a colaborar com o espírito disciplinado de homens, que sabem ter disciplinado o espírito, o espírito não menos disciplinado de senhoras que o têm disciplinado como os homens que melhor disciplina têm."

Deputado Mário de Figueiredo, sobre uma intervenção da Deputada Maria Guardiola na Assembleia Nacional, 
Diário das Sessões, 8 de abril de 1935.

É  também o momento histórico-político em que a intervenção se insere que que a torna dignas de realce:"A16 de dezembro de 1934, nas primeiras eleições em que mulheres foram eleitoras e elegíveis, afinal uma aspiração das feministas e sufragistas da 1ª República, a médica e professora Domitila Hormizinda Miranda de Carvalho, a advogada Maria Cândida Bragança Parreira e a docente Maria Baptista
dos Santos Guardiola tornaram-se, por indicação expressa de António de Oliveira Salazar (1889-1970), nas primeiras deputadas à Assembleia Nacional integrando as listas da União Nacional (UN), único partido do regime. Eram 3 em 90 eleitos e
tinham, respetivamente, 63, 57 e 39 anos."
(Estudos sobre as mulheres e biografias no feminino - João Esteves)