Dois actores brilhantes.
"O vestido da mulher é como o arame farpado: protege a propriedade, mas deixa ver o material"
Extraordinária, esta frase.
Uma cena que retrata certos usos e costumes das mulheres e dos homens num Portugal já... antigo (será?).
Felizmente a tradição já não é o que era : hoje em dia há direitos, há tortos, há quem se deixe entortar , quem se queira endireitar e.... assim. De resto, continua tudo na mesma - o que não é tradicional, quero dizer (e mesmo que o fosse, porque não também?). Depois, há sempre a tradição boa e a tradição má e a mais ou menos....
( nada disso, disse.)
LCB
Esta vida tem de tudo. Escrevo sobre o que vejo, o que sinto, o que me interessa, sobretudo se e quando me apetecer. Se me lembrar, posso até contar a história do sobretudo que perdi num dia em que estava mesmo na lua...
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domingo, 7 de abril de 2019
Maria da Céu Guerra e Artur Semedo (Impossivel Evasão de Eduardo Geada , 1983 -, adaptação de um conto de Urbano Tavares Rodrigues)
Publicada por
Luísa Castelo-Branco
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domingo, abril 07, 2019
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Urbano Tavares Rodrigues
quarta-feira, 2 de novembro de 2016
DITOS PARLAMENTARES
Uma Preciosidade.
Muito obrigada, Helena Burnay
"(…) Estou consolado pela demonstração que acaba de ser feita diante dos nossos olhos, demonstração no sentido de que realmente não é exacta a afirmação de que a mulher portuguesa não tem o sentido das oportunidades e de que está contrafeita quando toca problemas presos à técnica jurídica. (…)
Estou encantado por ver a colaborar com o espírito disciplinado de homens, que sabem ter disciplinado o espírito, o espírito não menos disciplinado de senhoras que o têm disciplinado como os homens que melhor disciplina têm."
Deputado Mário de Figueiredo, sobre uma intervenção da Deputada Maria Guardiola na Assembleia Nacional, Diário das Sessões, 8 de abril de 1935.
É também o momento histórico-político em que a intervenção se insere que que a torna dignas de realce:"A16 de dezembro de 1934, nas primeiras eleições em que mulheres foram eleitoras e elegíveis, afinal uma aspiração das feministas e sufragistas da 1ª República, a médica e professora Domitila Hormizinda Miranda de Carvalho, a advogada Maria Cândida Bragança Parreira e a docente Maria Baptista
dos Santos Guardiola tornaram-se, por indicação expressa de António de Oliveira Salazar (1889-1970), nas primeiras deputadas à Assembleia Nacional integrando as listas da União Nacional (UN), único partido do regime. Eram 3 em 90 eleitos e
tinham, respetivamente, 63, 57 e 39 anos."
(Estudos sobre as mulheres e biografias no feminino - João Esteves)
Muito obrigada, Helena Burnay
"(…) Estou consolado pela demonstração que acaba de ser feita diante dos nossos olhos, demonstração no sentido de que realmente não é exacta a afirmação de que a mulher portuguesa não tem o sentido das oportunidades e de que está contrafeita quando toca problemas presos à técnica jurídica. (…)
Estou encantado por ver a colaborar com o espírito disciplinado de homens, que sabem ter disciplinado o espírito, o espírito não menos disciplinado de senhoras que o têm disciplinado como os homens que melhor disciplina têm."
Deputado Mário de Figueiredo, sobre uma intervenção da Deputada Maria Guardiola na Assembleia Nacional, Diário das Sessões, 8 de abril de 1935.
É também o momento histórico-político em que a intervenção se insere que que a torna dignas de realce:"A16 de dezembro de 1934, nas primeiras eleições em que mulheres foram eleitoras e elegíveis, afinal uma aspiração das feministas e sufragistas da 1ª República, a médica e professora Domitila Hormizinda Miranda de Carvalho, a advogada Maria Cândida Bragança Parreira e a docente Maria Baptista
dos Santos Guardiola tornaram-se, por indicação expressa de António de Oliveira Salazar (1889-1970), nas primeiras deputadas à Assembleia Nacional integrando as listas da União Nacional (UN), único partido do regime. Eram 3 em 90 eleitos e
tinham, respetivamente, 63, 57 e 39 anos."
(Estudos sobre as mulheres e biografias no feminino - João Esteves)
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Luísa Castelo-Branco
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quarta-feira, novembro 02, 2016
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