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domingo, 21 de dezembro de 2025

Inside the Life & Studio of Painter Nina Klymowska by Joshua Charow



* Boas-Festas!  * * *


Nina Klymowska was a Ukrainian American painter born in Lviv, Ukraine. She Immigrated to the United States in 1951 and graduated from the Pennsylvania Academy of Fine Arts (1963). She had her first solo show in Philadelphia in 1963, followed by numerous group shows in Mexico and the US. Her work is in private collections in New York, Philadelphia and Great Britain.

Video Directed by Joshua Charow Cinematography by Luke Piotrowski Edited by Abraham Howard


sábado, 8 de maio de 2021

Pablo Picasso interview fragment


Photo by David Douglas Duncan 


- Why are you dancing?
- There's no ' why ", I dance.
- Are you a plastic artist who dances?
- Yes... or a dancer who paints, whatever you prefer.
- Since when do you dance?
- Forever.
- What do you think when you dance?
- I don't think, sorry.
- What do you feel?
- Love.
- Love?
- Yes, yes.
- But why?
- There's no ' why ' ' for love.
- Feel anything else?
- Life.
- What do you mean?
- Some, just some, do on this earth what they were created for. These live. Others survive. Who dances lives.
Is dancing an essential thing?
Is breathing essential? Did I answer your primary question?
- But there's a ' price ' ' for that choice.
- For dancing? Yes, there is.
- Is it expensive?
- Never mind.
- Did you pay this price?
- I still pay.
- You should dance for someone...
- Also, I mean, not just for someone, or for a reason. You dance because you were born to dance, just as you paint because the paintings already exist within you, you only release them; so it is with dancing, she moves inside you; if you don't release her she is capable of... I don't even know! An ant does its job without questioning, birds fly without questioning, fish swim... men, some kill, others prefer to do what they were created for: love.
- I dance, paint, love
- Do you always dance?
- Only when I love it.
- When do you love it?
- When I dance.


Photo by David Douglas Duncan 


quinta-feira, 27 de agosto de 2020

Manuel Queiró ( b.1995) - Wall, Wall, Well, Well

 
"This is a mural painting by Manuel Queiró: a kiss. This gesture of love had a big place in the history of art, mostly thanks to Edward Munch and Kandinsky. As Kandinski said: "the relationships in art are not necessarily ones of outward form, but are founded on inner sympathy of meaning." No better words can define a kiss “a sympathy of meaning “. Which meaning? The meaning of love. You have time till Sunday to see this work @kunsthausbaselland —I am there to introduce the exhibition every day at 5:30"
@the_chus_martinez 


            (
2020,acrylic and emulsion paint on wall)

domingo, 9 de junho de 2019

Manuel Queiró ( b.1995) - Suit and Tie

                                           
                                                                         
                                (oil on canvas, 200x170cm)

© todos os direitos reservados

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Manuel Queiró (b. 1995)

Viúva, oil and oil pastel on canvas, 61 x 50 cm, 2018

Viúva, oil and oil pastel on canvas, 61 x 50 cm, 2018

© todos os direitos reservados

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Manuel Queiró (b. 1995)









Untitled Series, charcoal on paper, 70 x 50cm, 201



© todos os direitos reservados

quinta-feira, 1 de março de 2018

Gonçalo Condeixa (Escultura, Pintura)- Projecto de Vida



mais em: 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Gonçalo_Condeixa)
  
        https://www.artmajeur.com/pt/art- gallery/portfolio/aldeiadosartistas                                   


©2009 por Gonçalo Condeixa

Porta do castelo em Odemira -Gonçalo Condeixa

Tratamento plástico de um muro em Grândola - Escultura ©2004 por Gonçalo Condeixa -  
    
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Tratamento plástico de um muro em Grândola

domingo, 28 de janeiro de 2018

Manuel Queiró (b.1995)

                                                                    2017

© todos os direitos reservados

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Manuel Queiró (b.1995)


                                                   2017







 2017


segunda-feira, 17 de abril de 2017

domingo, 26 de fevereiro de 2017

Manuel Queiró (b.1995)




Óleo sobre Tela
(2017)





Óleo sobre Tela (2017)
   



    Óleo sobre Tela (2017)

© todos os direitos reservados

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Manuel Queiró (b.1995)



                                          
                                                  2016 ( óleo  sobre tela)
© todos os direitos reservados

domingo, 2 de agosto de 2015

Manuel Queiró (b.1995)





Retrato

2014










Auto-retrato



2015


Retrato
(desenho ao vivo)



2015 ( Paint)  

© todos os direitos reservados






                                                                  2016 (Óleo sobre tela)

© todos os direitos reservados










2016




quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Adília Lopes - Colorado? Claro?( Jornal o Público -Crónicas)

Adília Lopes é uma escritora , poetisa imprevisível , dona de uma imaginação e cultura prodigiosas que lhe permitem abordar e estabelecer ligações entre "alhos e bugalhos" com um fio de raciocínio admirável.

Nesta crónica , fala de cores , de pintores, da cópia , reprodução, clonagem, do lado bom e do lado mau da vida, da sociedade cinzenta em que vivemos e muito mais...

Junto imagens dos quadros mencionados, The Umbrellas( Les Parapluies) de Renoir e "The Kiss"("Der Kuss") de Klimt e vídeos sobre a vida e obra destes grande pintores.




Colorado? Claro? 
Segunda-feira, 17 de Junho de 2002

Penso que mostrar só o lado cor-de-rosa das coisas é pecar por omissão. Mas mostrar só o lado negro das coisas é pecar também e também por omissão. É preciso mostrar o lado ultravioleta e infravermelho. O lado verde, o lado azul, o lado branco. Gosto de ver. Não sou nada "voyeur" (o feminino deve ser "voyeuse"). Não há, é claro, perversão nenhuma nisto. Gosto de cores, de todas as cores. Do amarelo gritante, berrante, garrido, chilreante da casa em frente. E gosto de ver claramente visto e claramente vista. Gosto de participar e de ajudar.

Pierre-Auguste Renoir (1841-1919), o pintor impressionista, pai do realizador de cinema Jean Renoir, descobriu numa tabacaria o segredo da pintura. Entrou para comprar tabaco a pensar na pintura e nos seus problemas. O empregado mostrou-lhe duas caixas e perguntou-lhe:

- Colorado? Claro?

Renoir respondeu:

- Colorado! Claro!



Mas esta era a resposta à questão que o preocupava de facto: o que é a pintura? Renoir comprou as duas caixas de tabaco e saiu.

Conheço esta história em terceira mão. Vem em Inglês no livro "Renoir" de Colin Hayes, Spring Books, Londres, 1961, p.24. O autor diz que este episódio da vida de Renoir está relatado por Albert André na sua biografia do pintor, "Renoir", Paris, 1923. A terceira mão de que falo é o próprio Renoir a contar a história, vivida por si, a outra pessoa. Originalmente a história acontece com duas palavras espanholas: Colorado, Claro. Dois adjectivos que são também dois nomes próprios. Em Francês, com Renoir e Albert André, em Inglês com Colin Hayes e aqui em Português comigo mantém-se o Espanhol.

Não vale a pena dizer que os quadros de Renoir são lindos e que os devem ver e rever. Uma das coisas mais maravilhosamente democráticas deste meu tempo é haver chapéus-de-chuva com a reprodução estampada do quadro de Renoir "The umbrellas". A minha amiga e vizinha Maria da Luz comprou um chapéu destes em Viena. E ainda mais maravilhosamente democrático é ser cada vez mais fácil poder ir a Londres ver face a face o verdadeiro quadro de Renoir na National Gallery.

Conversar com Renoir face a face e tomar café com ele no café Danúbio como faço com a Maria da Luz seria fantástico. Acredito piamente que um dia, não muito longe, não muito perto, no tempo que há-de vir, no espaço prometido, isso terá lugar, acontecerá.

As reproduções de obras de arte fazem mais bem do que mal porque embora as adulterem e banalizem, familiarizam-nos com elas. Ponho aqui, no entanto, duas questões que me parecem fundamentais. Uma caixa de bombons Baci (quer dizer beijos em italiano) com a reprodução de "O beijo" de Klimt na tampa não são beijos: são bombons, são chocolate. E uma reprodução do quadro "O beijo" de Klimt não é o quadro "O beijo" de Klimt. Nunca estudei Biologia, mas sei que um clone de Klimt não pintará outra vez "O beijo". Sabemos que o único acontece uma vez e não se repete. E só há únicos. A reprodução fez sempre muita confusão. Cito J. L. Borges (texto intitulado "Tlön, Uqbar, Orbis Tertius" incluído no livro "Ficciones"), traduzo, "um dos heresiarcas de Uqbar declarou que os espelhos e a cópula são abomináveis porque multiplicam o número dos homens". Apetecia-me escrever muito mais sobre este assunto mas esta crónica já está com 3 788 caracteres. Tem no máximo 4 500 caracteres. Vou parar. Não quero meter o Rossio na Betesga.

Nem tudo são rosas. A par de mim e de tanta gente que se deleita com Renoir há os que não querem, não podem ou perderam a capacidade de se deleitar com Renoir. Há tempos, ao sair do Centro Comercial das Amoreiras, vinda da capela, um pobre, dos muitos que andam por lá à volta, veio ter comigo. Ia-lhe dar uma esmola, mas ele disse-me que não queria dinheiro. Pediu-me que lhe comprasse um croissant com queijo. Não valia a pena dar-lhe o dinheiro porque os seguranças não deixam entrar os maltrapilhos. Voltei atrás, comprei-lhe o croissant com queijo não sem pensar que podia ser um aldrabão que me estava só a gozar. Mas não. Vi-o comer o croissant. Conversámos mais. Passa ali o dia e também, é claro, não o deixam entrar para ir à casa de banho. Fiquei com a impressão de que era um pobre sério. Pus-me a pensar se o deixariam entrar no Centro Comercial das Amoreiras só para ir à capela. Provavelmente não. Isto escandalizou-me, horrorizou-me. Passei a frequentar a igreja de S. Domingos, ao Rossio, as marcas do fogo não foram apagadas e na porta principal há um cartaz discreto mas bem visível que diz "Assistência de emergência". Aí se dão em bom Português moradas e telefones para encontrar em Lisboa comida, abrigo, duche, trabalho, advogado, etc.

Não é fatal que a sociedade do bem-estar exija a sociedade do mal-estar. Mais do que não ser fatal, não é sensato. E é imoral.

O chapéu-de-chuva da Maria da Luz é Made in China, feito possivelmente por chinesas operárias pagas ao preço da chuva.
Adília Lopes







terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Almada Negreiros e a Unanimidade Humana

 Extraordinário !
 E, no entanto,  já no Século XXI, às portas do seu décimo quarto ano , as uniões são meras aparências, a divisão é cada vez mais profunda e a Unanimidade Humana parece cada vez mais longínqua... 

domingo, 9 de dezembro de 2012

Vira do Minho de Carolina Serpa Marques



















Carolina Serpa Marques nasceu no Porto em 1966.
Em 1989 terminou a Licenciatura em Direito na Universidade Católica do Porto e desde 1991 leciona na Universidade Lusíada do Porto.
Dedica-se à pintura como autodidata, executando retratos por encomenda.
Em 2010 é selecionada como finalista do Prémio Carmen Miranda.
Expôs individualmente na Galeria dos Benfeitores da Santa Casa da Misericórdia do Porto - Outubro de 2010, Trinc’Arte, Porto-Junho 2011, Clik, Porto- Dezembro 2011 e Janeiro2012, Vivacidade- Espaço Criativo- Fevereiro 2012. Participou em exposições coletivas  na  Fundação  Eng.º António  de  Almeida,  Porto  (1995),  Museu  Municipal  Carmen  Miranda, Marco de Canavezes (2010) e Casa das Artes de V.N Famalicão (2012). Encontra-se representada na coleção da Santa Casa da Misericórdia do Porto e em coleções particulares, em Portugal e no estrangeiro.