Esta vida tem de tudo. Escrevo sobre o que vejo, o que sinto, o que me interessa, sobretudo se e quando me apetecer. Se me lembrar, posso até contar a história do sobretudo que perdi num dia em que estava mesmo na lua...
sábado, 9 de março de 2024
Antes das Eleições Legislativas de amanhã
quinta-feira, 14 de setembro de 2023
Aiópágoxdti!
Como morreu sem me avisar, contra o que me tinha prometido, nem tive tempo de preparar o tailleur preto e as pérolas ( ficam sempre bem).
Vou ter sempre muitas saudades suas : das músicas tendencialmente kistch que ouvia em ”rrrrrandão” e me mandava ( já não posso embirrar consigo, vou dizer a verdade: muitas vezes calharam-me na rifa coisas extraordinárias), dos seus neologismos e improvisações nonsense, de rir até não poder mais.
Não acredito que foi para não sei onde, mas caso afinal já lá esteja, imagino-o Chefe de um Estado Maior Enorme, com um quórum esfuziante, a deliberar sobre uma das suas tantas piadas parvas, numa língua qualquer das várias que fala, ou noutra que inventou agorinha mesmo.
E eu por cá com tudo o que de si me fica, Misteryu: aquilo que fomos conversando, o muito que me divertiu, o tanto que me irritou ( supinamente!), desafiou, contrariou, ensinou.
Uma vez , já estava doente no Natal, chamou me Miss Adogalo.
Tanta graça na sua desgraça …
Hoje é um dia solene e por isso assino, de forma muito sentida, com a minha caneta mais chique.
MissU Lotes&Lotes 4Ever&Ever
terça-feira, 31 de maio de 2022
Figueiredo Dias A "aula do pijama" do Sr. Penalista( Graça Barbosa Ribeiro , 2007 in jornal Público)
Fiz Direito em Coimbra.
Não fui boa aluna. Faltei muito às aulas, mas nunca perdi as do Professor Figueiredo Dias. Era um gozo, um privilégio assistir àquelas sessões.
Nessa altura, já a Faculdade de Direito de Coimbra estava a ficar torta e fracota.
Vale a pena ler este artigo do PÚBLICO:
https://www.publico.pt/2007/11/23/jornal/figueiredo-dias-a-aula-do-pijama-do-sr-penalista-238738
( para continuar sobre FDC)
LCB
sábado, 17 de abril de 2021
António Pedro Vasconcelos no True Tales 2012
sábado, 25 de abril de 2020
Revolução dos Cravos: 25 de Abril 1974 - Noticiários RTP
Devido a variadíssimas circunstâncias, somos hoje muito menos livres do que queríamos e devíamos ser. A nossa democracia já não é bem assim.
Não, não estou a falar do confinamento originado por esta pandemia que nos assola. Mas é verdade que estamos a sofrer e a fazer muitos sacrifícios e mais virão. É por isso que não me vou esquecer nunca que esta data tão simbólica foi , este ano, ridicularizada pelas palavras e atitudes de Ferro Rodrigues. É o Presidente da Assembleia da República , a segunda figura do Estado Português.
O povo português tem que ser melhor servido . Merece, quer ser respeitado.
LCB
"Disseram para o pessoal ficar em casa, mas saíram todos para a rua" 1974 Abril
Faz sentido.
segunda-feira, 25 de abril de 2016
25 de Abril e Liberdade de Expressão
A quantidade de coisas que hoje se podem dizer é quase infinita, se exceptuarmos a LEVE CENSURA do política e socialmente correcto, daquele(s) e daquela(s), etc. .........(por aí adiante que agora estou sem paciência ) .
Tenho o direito de pensar e escrever que tamanha LIBERDADE reduz a EXPRESSIVIDADE. A quantidade raramente gera qualidade, menos é mais, quanto menos, melhor .
Ou seja: tudo que o cada um de nós diz ( e somos muitos ) rindo ou chorando, com ou sem cravo na mão, mesmo que seja do agrado de vários outros, não serve o conjunto que é o povo português .
Se a LIBERDADE DE EXPRESSÃO é sempre fundamental, convém não a desbaratar, desvirtuando-a. Há momentos em que ela é crucial para unir as pessoas, devolver ao povo ( que somos todos , embora alguns se julguem ..."sei lá!") essa força que ele, em democracia, confiou ao poder politico.
Ora não é verdade que há tanto tempo atravessamos momentos desses? Atrevo-me, porque posso, a perguntar.
LCB
terça-feira, 18 de junho de 2013
Sobre poderes, deveres , direitos e abuso de direitos
"E se o governo estava mesmo preocupado com os alunos, podia perfeitamente ter adiado uns míseros dias os exames, que os sindicatos já tinham afirmado que não marcariam outra greve, não podia? Podia."( lido no Facebook)
E se os professores, que são educadores, se preocupassem com os alunos não poderiam fazer greve fora da época de exames? Podiam e deviam. A greve conferiria outra dignidade e credibilidade às sua reivindicações.
A greve é um direito? É . Mas o exercício de um direito não pode nunca prejudicar princípios de ética fundamentais.


