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quarta-feira, 7 de dezembro de 2022

Tracy Chapman Behind the Wall Live 1988




  Tracy Chapman escreve e sente o que canta. Esta interpretação é extraordinária.

   Diz- se popularmente que “entre marido e mulher não se mete a colher”.
   A violência doméstica continua a ser a mais grave e persistente violação dos direitos humanos em Portugal e em muitos outros países.
    
   A família é a formação fundamental da sociedade. 
   Se há uma bandeira que é eticamente obrigatório hastear, será sempre a da prevenção, educação e luta contra este flagelo que, sendo inerente à condição humana, traumatiza e mata boas pessoas e impede o crescimento saudável de crianças em todo o mundo. 
   
LCB

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022

domingo, 8 de abril de 2018

Martin Luther King speeche using Douglas Malloch poetry


Be The Best of Whatever You Are

If you can't be a pine on the top of the hill,
Be a scrub in the valley — but be
The best little scrub by the side of the rill;
Be a bush if you can't be a tree.

If you can't be a bush be a bit of the grass,
And some highway happier make;
If you can't be a muskie then just be a bass —
But the liveliest bass in the lake!

We can't all be captains, we've got to be crew,
There's something for all of us here,
There's big work to do, and there's lesser to do,
And the task you must do is the near.

If you can't be a highway then just be a trail,
If you can't be the sun be a star;
It isn't by size that you win or you fail —
Be the best of whatever you are!

Douglas Malloch (May 5, 1877 – July 2, 1938)

Was an American poet, short-story writer and Associate Editor of American Lumberman, a trade paper in Chicago. He became known as a "Lumberman's poet" both locally and nationally. He is noted for writing Round River Drive and "Be the Best of Whatever You Are" in addition to many other creations. He was commissioned to write the Michigan State Song.

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

DITOS PARLAMENTARES

 Uma Preciosidade.
Muito obrigada, Helena Burnay

 
"(…) Estou consolado pela demonstração que acaba de ser feita diante dos nossos olhos, demonstração no sentido de que realmente não é exacta a afirmação de que a mulher portuguesa não tem o sentido das oportunidades e de que está contrafeita quando toca problemas presos à técnica jurídica. (…)

Estou encantado por ver a colaborar com o espírito disciplinado de homens, que sabem ter disciplinado o espírito, o espírito não menos disciplinado de senhoras que o têm disciplinado como os homens que melhor disciplina têm."

Deputado Mário de Figueiredo, sobre uma intervenção da Deputada Maria Guardiola na Assembleia Nacional, 
Diário das Sessões, 8 de abril de 1935.

É  também o momento histórico-político em que a intervenção se insere que que a torna dignas de realce:"A16 de dezembro de 1934, nas primeiras eleições em que mulheres foram eleitoras e elegíveis, afinal uma aspiração das feministas e sufragistas da 1ª República, a médica e professora Domitila Hormizinda Miranda de Carvalho, a advogada Maria Cândida Bragança Parreira e a docente Maria Baptista
dos Santos Guardiola tornaram-se, por indicação expressa de António de Oliveira Salazar (1889-1970), nas primeiras deputadas à Assembleia Nacional integrando as listas da União Nacional (UN), único partido do regime. Eram 3 em 90 eleitos e
tinham, respetivamente, 63, 57 e 39 anos."
(Estudos sobre as mulheres e biografias no feminino - João Esteves)

  

sábado, 29 de agosto de 2015

Tão actual

   No prólogo de "As Farpas" *,  que constitui uma análise social  de Portugal em 1871,  alude-se à Carta Constitucional de 1826 . O tema é introduzido assim:  

"Vamos rir, pois. O riso é uma filosofia. Muitas vezes o riso é uma salvação. E em política constitucional , pelo menos, o riso é  uma opinião."

*Folhetos satíricos escritos por Eça de Queirós e Ramalho Ortigão e, mais tarde, reeditados em livro pelo primeiro  com o título "Uma Campanha Alegre")

sexta-feira, 17 de julho de 2015

A liberdade individual não pode existir senão depois de conquistada...



Diálogos sobre a tirania


A liberdade individual não pode existir senão depois de conquistada a liberdade social, e, principalmente, a económica. De que me serve a liberdade de escrever um romance se, por uma questão de temperamento, só posso escrever concentradamente, e tenho de ir para um escritório todos os dias?

Ora a liberdade económica existe pela existência do capital. É impossível universalmente; e o socialismo, em vez de ser uma libertação económica, é uma ausência completa de liberdade. O socialismo torna extensivo a toda a gente o servismo da maioria. Não são os escravos que querem libertar-se: são os escravos que querem escravizar tudo. Se eu sou corcunda, sejam todos corcundas,.

É esta a razão por que, sem querer mas sabiamente, a Natureza fez o homem construir o privilégio. A aristocracia é a maneira de se poder pensar livremente. Disse-se que a maioria dos escritores tinham sido favorecidos pelas circunstâncias financeiras domésticas. Tomou-se isso por lamentável para os que não foram favorecidos. Mas o contrário é que é o sentimento bom: há que regozijar-nos com os que foram escolhidos, e não que lamentar os que o não foram, a não ser sentimentalmente.

Bem diziam os homens da Idade Média, concebendo a liberdade, não como um direito, mas como um privilégio.


Fernando Pessoa

1918 (?)


Ultimatum e Páginas de Sociologia Política. Fernando Pessoa. (Recolha de textos de Maria Isabel Rocheta e Maria Paula Morão. Introdução e organização de Joel Serrão.) Lisboa: Ática, 1980. -

sábado, 4 de julho de 2015

Brilhante!

"Portugal é, e devia ser, o único sítio onde o meu voto manda, mas alguém anda a encolher o meu voto e o meu voto manda cada vez menos. Não gosto, não aceito e protesto. O voto é a arma do Povo. "
José Pacheco Pereira

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Tem a palavra Nigel Forage !



 
Ao ouvir esta intervenção fiquei com a alma lavada! Mas pergunto: roubaram a paalvra aos deputados europeus portugueses?